domingo, 27 de novembro de 2011
Quem escolheu este rosto para mim?
terça-feira, 15 de novembro de 2011
The Imaginarium of Doctor Parnassus
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Só imagens.
Leia Murilo Rubião.
Sentimentos fortes. Imagens surreais. Misturando sonho e realidade.
Até que ponto o sonho está presente no real?
sábado, 12 de março de 2011
Filho eterno - Cristovão Tezza
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Viagem para Florianópolis
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Entrevistando o Vinny

Vocês se lembram do Vinny, que cantava "Heloísa (mexe a cadeira)", música que fez um grande sucesso no final dos anos 90?! Pois é ele tá voltando com um cd "Clássicos na Pista", uma coletânea de músicas famosas do rock nacional regravadas e remixadas com música eletrônica. Pois é, eu entrevistei ele para o programa de tv Armazém do Porto, PoaTV, canal 6 da net. Confiram!
Domingo: 11:00 da noite
sábado, 12 de setembro de 2009
As três mulheres da UFRGS 2009
Em época de vestibular, nada é mais importante que as leituras obrigatórias, - em termos literários, obviamente- sendo assim, me obrigo a lê-las e, claro, comentá-las. Entre as 12 leituras, três me chamaram a atenção por uma pequena semelhança: ter uma mulher como centro da história. Porém, fora isso, são estórias e mulheres completamente diferentes, cada uma com as suas qualidades e defeitos, e vale a pena compará-las.
Em Lucíola, romance urbano de José de Alencar, tem Maria da Glória, conhecida ao longo do romance por Lúcia, uma cortesã de alto nível que mora no Rio de Janeiro. Apesar da profissão, ela tem princípios, e até passa a imagem de uma mulher de respeito. Lúcia é intensa, verdadeira e, como diz Alencar, 'pura de alma', pois nunca tinha se apaixonado antes. Teve um infância/adolescência muito sofrida, a qual a fez virar prostituta. Ao longo do romance, Lúcia se doa completamente ao seu amor, Paulo, que se aproveita da situação e faz ela de 'gato e sapato', apesar disso Lúcia não se rebela, não fica zangada, apenas aceita, passando a imagem de mulher mais pura da literatura. Todo o dinheiro que ela conseguia de seus 'trabalhos' enviava para a sua irmã menor que estava num internato e sonhava em viver com ela mais tarde, o que acaba se concretizando. Ao final, Lúcia morre tragicamente, por uma infecção causada por um aborto não expelido; ela passa uma impressão de desistência no final de sua vida, apesar disso, grande mulher. Uma perda inestimável para a literatura.
Contrapondo-se a isso, do romance O Primo Basílio, de Eça de Queirós, que ocorre no subúrbio de Lisboa, aparece Luísa, o retrato perfeito da burguesinha sem cérebro do século XIX, pois o seu mundo se restringe apenas aos romances que lê. Acaba traindo seu marido Jorge com seu primo, que tivera um romance na adolescência, e acaba idealizando o adultério, pensando que estivesse dentro de um de seus romances. Basílio só a usa, só quer transar com ela– sim meninas, como a maioria dos homens. Acaba 'sofrendo' nas mãos de sua empregada que descobre o caso dos dois. Totalmente alienada, só vive das relações pessoais dela, das fofocas dos vizinhos, de seus livros bestas. Ao final, acaba morrendo também, pois seu marido descobre e ela fica doente com isso, mesmo ele a perdoando, mais uma prova de sua inutilidade. Infantil e besta, sua morte foi uma bênção, o mundo se torna-se melhor sem pessoas como ela.
Não fugindo muito dessa alienação, aparece Clara Vitória, do romance Concerto Campestre, de Assis Brasil, uma menina simples e normal de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. Sua vida é pacata, sem nenhuma emoção, até o momento que surge o Maestro, um homem mestiço, e por isso destaca-se e encanta Clara, e, obviamente, isso é recíproco. Clara não tem nenhuma personalidade, nenhuma emoção, nada que faça amá-la ou odiá-la. Os dois vivem uma história de amor simples, com direito a escapadas no meio da noite e a gravidez indesejada. Ela é expulsa de casa pelo pai ( ó, que inovador) e passa a viver n'uma casinha no meio do mato fechado, onde mostra a sua força como mulher, fazendo de tudo para sobreviver e garantir que seu filho também sobreviva. Diferente de Luísa, Clara se mostra uma mulher forte ao final do romance, não desistindo e lutando pela vida e, talvez por isso, a única que sobrevive das três. Clara Vitória renasce e prova que finais não precisam terminar sempre iguais.
Apesar de grandes diferenças, são mulheres que deixaram a sua marca na Literatura Brasileira, seja ela boa ou ruim. Recomendo os três livros, principalmente para as meninas que gostam de romances trágicos e românticos. Fica a dica!
Até a próxima, galera.
Da sua correspondente, Diny.
domingo, 2 de agosto de 2009
"Dar lugar p'r'os gringo entrar..."

Como se já não bastasse vender nossas empresas para grupos internacionais, agora a moda é vender a Amazônia, e o pior: por sites na internet. Sendo que nestes sites ressalta-se a falta de regulamentação do Brasil nas terras vendidas, criando a imagem de uma 'terra sem lei'.
É tudo muito simples e fácil, escolha o seu lote da Amazônia e plante soja! Ou biocombustíveis! Não importa, a fiscalização não consegue - nem quer - controlar estas terras, e, estima-se, que os territórios sejam três vezes maiores que os comprados. Essas negociações são feitas por empresas e fundos de investimento ou diretamente entre os governos. O países que mais procuram são o que tem muito capital e pouca terra, ou uma grande população, a qual o país não consegue suprir as necessidades, como China, Índia e a Coreia do sul
"O investimento estrangeiro traz renda, gera empregos e desenvolvimento", defende Anaximandro Doudement Almeida, assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária, mas de que que adianta desenvolvimento a qualquer custo sem qualque cuidado ambiental? Todos conhecemos o aquecimento global e todos sabemos o que ele faz e está fazendo. Um dia não teremos mais como nos desenvolver, pois não teremos nem como respirar.
Mas estamos no Brasil, né? Ninguém vê nada, ninguém comenta; e os poucos informados sobre este absurdo estão se lixando pra ele - o maldito comodismo. Se ninguém se mexer, isso vai continuar acontecendo, até que a Amazônia fique que nem a Mata Atlântica, e, se duvidar, até que morrammilhares de pessoas de um desastre climático. Não fique calado, passe adiante, proteste.
- Para mais informações,acesse: http://protogenes.blog.uol.com.br/arch2009-06-07_2009-06-13.html
domingo, 10 de maio de 2009
3 mulheres da UFRGS
Luísa- Abobada. Do romance O Primo Basílio, é a personagem mais insuportável da literatura brasileira. Burguesinha. Abobadinha. Não sabe quem é, nem o que pensa. Devia morrer mesmo, bem feito.
Clara Vitória - Ela é tão sem personalidade que não se tem o que falar. Do romance Concerto Campestre, Clara só obedece ordens, não tem iniciativa. Sem sentimentos, eu sei lá (!), e, talvez por isso, a única que não morre.
domingo, 8 de março de 2009
O ano da Índia

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Jazz e Soul

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Os Cinco Melhores Filmes

A história de James M. Barrie, um autor que buscava inspiração para uma nova peça. Foi nesse período que conheceu a família Davies, cujas crianças lhe concederam tal inspiração. O resultado foi a criação da hoje clássica história de Peter Pan. Um filme emocionante e muito bem interpretado.



sábado, 1 de setembro de 2007
Grupo Cemiterium !
O Grupo Cemiterium surgiu no ano de 2006 nas instalações do Colégio Kennedy como uma atividade extra classe sob a coordenação da Prof. Ms. Kate Rigo, professora de história, e o Prof. Juarez Brum, professor de arte. O objetivo inicial do grupo era conscientizar os alunos sobre a importância do cemitério como patrimônio histórico, artístico e cultural. Em julho do mesmo ano o grupo apresentou seu primeiro trabalho no II Encontro sobre Cemitérios Brasileiros. Encerrando suas atividades em 2006 o grupo montou a exposição interativa “Conflitos Torturantes, Cemitérios Fascinantes”.No ano de 2007, o grupo incorporou a prática de técnicas cênicas ao estudo e a pesquisa cemiterial e aumentou significativamente seu número de integrantes. Em menos de seis meses, criou e produziu duas peças infantis e uma intervenção cênica com a temática cemiterial, além de prosseguir com as saídas de campo aos cemitérios da grande Porto Alegre.
Visitem! Tem até vídeo de eu explicando o túmulo do Pinheiro Machado : http://www.grupocemiterium.blogspot.com/
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Renato Russo de A a Z























