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domingo, 27 de novembro de 2011

Quem escolheu este rosto para mim?


Ana Cristina Cesar
Nasceu em 1952, no Rio de Janeiro. Criou-se entre Niterói, Copacabana e os jardins do velho Bennet. Depois de 68, um ano em Londres, primeiras viagens pelo mundo, e na volta deu aulas, traduziu, fez letras, escreveu para revistas e jornais alternativos, saiu na antologia 26 Poetas Hoje, de Heloísa Buarque, publicou, pela Funarte, pesquisa sobre literatura e cinema, fez mestrado em comunicação, lançou seus primeiros livros em edições independentes: Cenas de Abril e Correspondência Completa. Dez anos depois, outra vez a Inglaterra, onde, às voltas com um M.A. em tradução literária, escreveu muitas cartas e editou Luvas de Pelica. Ao retornar, descobriu São Paulo e fixou residência no Rio. Trabalhou em jornalismo, televisão e escreveu A Teus Pés. Suicidou-se no dia 29 de outubro de 1983.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

The Imaginarium of Doctor Parnassus

 Da série de grandes filmes imaginativos  que eu gosto, entrou mais este. Diversão, real, imaginário. Mundos paralelos. Vidas paralelas. O acaso aparece formidavelmente. Bom sonhar assim. Bom só sonhar.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Só imagens.









Tiradas por Pieter Hugo. explicações e locais:http://www.pieterhugo.com/

Leia Murilo Rubião.
Sentimentos fortes. Imagens surreais. Misturando sonho e realidade.
Até que ponto o sonho está presente no real?

sábado, 12 de março de 2011

Filho eterno - Cristovão Tezza

Li o livro e adorei. Muito bem escrito e envolvente. A maneira com o escritor muda de devaneios para realidade e vice-versa é impressionante, ele faz isso com uma leveza que tu não percebes e acaba sendo levado pela trama. A verdade com que ele escreve é uma coisa admirável, ele joga com os teus preconceitos - os pensamentos politicamente incorretos que guardas só para ti - e assume todos eles , criando uma ligação 'secreta' com o leitor; realmente admirável. Ele se expõe com uma coragem impressionante.Como o protagonista é o próprio autor e ele é formado em letras a identificação foi grande; fiquei bem contente de saber que se passa coisas parecidas com mais pessoas , que pensam nos mesmos autores que leram na faculdade em certo momentos.
O livro é cheio de citações de escritores, filósofos e artistas , o que exige do leitor um mínimo conhecimento da literatura e da arte mundial para compreender realmente o sentido das coisas. Logo, acho uma péssima escolha pra um vestibulando: ele vai se encantar com a historinha, mas não vai compreender realmente o que o escritor quis passar; e só a história desvaloriza o livro.   
E a UFRGS faz questão de fazer isso. 
Juro que não entendo a seleção de livros. 

Trechos que me agradaram particularmente:

"Nunca vale a pena voltar ao passado, dizia-lhe o amigo autor da infância. Quando a volta acontece a carência é tão grande que somos sufocados por tudo que nos falta para imobilizar o tempo e a vida. Acabou-se o que era doce: Fim - ele lê na tela imaginária. Não insista." pag. 196 

"Deram-lhe água, muita água, e ele de um golpe viveu a sensação perfeita de que estava morrendo, de que jamais escaparia daquele inferno físico, ironicamente no melhor momento de sua vida; era impossível curar aquela ânsia de vômito, a tontura invencível, o mundo que não para de girar, o monstro na sua cabeça - ele farai qualquer negócio para dormir, mas era impossível. Tudo rodava interminavelmente, por mais que ele fechasse os olhos com força para desaparecer na escuridão, até que, por milagre o dia amanheceu (...) " pag. 207 (rolou uma identificação GRANDE!)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Viagem para Florianópolis


No dia 12 de fevereiro, eu e a minha família fomos para Florianópolis tirar uma semana de férias. Ficamos na mesma pousada do ano passado, na praia de Armação, bem no sul da ilha. Pousada Rios: são cabanas de duas peças que ficam numa lomba, subida do morro - lá é tudo no meio dos morros, eles que dividem as praias praticamente. Infelizmente pegamos uma semana que nem um dia fez 'solaço', sempre nublado com um sol de vez em quando. Na cabana do lado ficaram meu primo e a família dele - mulher e filho. Visitamos várias praias que não conhecíamos e revisitamos as que ficam perto da cabana. Almoçávamos ou num restaurante de um argentino, perto da cabana ou a minha mãe inventava algo - ela assistia Ana Maria Braga de manhã e fazia o que ela ensinava no almoço. Meu pai comprou um pacote de batata-frita gigante, de 1 kilo, comemos todos os dias batata-frita - alomoço ou jantar. Num dos dias almoçamos na praia de Barra da Lagoa, num restaurante na beira do mar, comemos uma sequência de camarão a milanesa e uns peixes: eu comi camarão - e gostei, incrivelmente. Eu e a Kim fomos pra praia de Canasvieiras comprar coisas com o meu primos e a família: comprei um óculos, uma coisa de colocar no cabelo e tomamos sorvete. Conheci a praia mais linda de todas que vi: Sepultura, em Bombinhas. Linda! Teve dias que eu não sabia se estava mesmo no Brasil porque a concentração de argentinos tava saturada. Comprei uma camiseta pra mim e uns cartões postais pro meu amor. Gravei um vídeo de um sebo na beira da praia e eu num,a trilha pra buscar meu livro do Dostoiévski que eu esqueci numa loja de lembranças. Na volta pra casa paramos 2 vezes pra comer na estrada, adoro comer na estrada e ir parando nos lugares - a viagem parece que fica mais aproveitada, e fomos pra Tramandaí e almoçamos na casa da Vó Teresinha, churrasco! Voltei tri cansada e com muita saudade do computador. Ano passado foi bem mais divertido porque o Fab tava comigo -nossa ele faz uma falta! Eu fico meio desanimada pra fazer as coisas sem ele, tudo parece muito melhor com ele do meu lado. Eu fico tri mal-humorada sem ele, todo mundo reclama.


Clique aqui! para assistir o vídeo do Sebo!



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Entrevistando o Vinny

















Vocês se lembram do Vinny, que cantava "Heloísa (mexe a cadeira)", música que fez um grande sucesso no final dos anos 90?! Pois é ele tá voltando com um cd "Clássicos na Pista", uma coletânea de músicas famosas do rock nacional regravadas e remixadas com música eletrônica. Pois é, eu entrevistei ele para o programa de tv Armazém do Porto, PoaTV, canal 6 da net. Confiram!
Quarta-feira: 10:30 da noite
Domingo: 11:00 da noite

sábado, 12 de setembro de 2009

As três mulheres da UFRGS 2009

Em época de vestibular, nada é mais importante que as leituras obrigatórias, - em termos literários, obviamente- sendo assim, me obrigo a lê-las e, claro, comentá-las. Entre as 12 leituras, três me chamaram a atenção por uma pequena semelhança: ter uma mulher como centro da história. Porém, fora isso, são estórias e mulheres completamente diferentes, cada uma com as suas qualidades e defeitos, e vale a pena compará-las.

Em Lucíola, romance urbano de José de Alencar, tem Maria da Glória, conhecida ao longo do romance por Lúcia, uma cortesã de alto nível que mora no Rio de Janeiro. Apesar da profissão, ela tem princípios, e até passa a imagem de uma mulher de respeito. Lúcia é intensa, verdadeira e, como diz Alencar, 'pura de alma', pois nunca tinha se apaixonado antes. Teve um infância/adolescência muito sofrida, a qual a fez virar prostituta. Ao longo do romance, Lúcia se doa completamente ao seu amor, Paulo, que se aproveita da situação e faz ela de 'gato e sapato', apesar disso Lúcia não se rebela, não fica zangada, apenas aceita, passando a imagem de mulher mais pura da literatura. Todo o dinheiro que ela conseguia de seus 'trabalhos' enviava para a sua irmã menor que estava num internato e sonhava em viver com ela mais tarde, o que acaba se concretizando. Ao final, Lúcia morre tragicamente, por uma infecção causada por um aborto não expelido; ela passa uma impressão de desistência no final de sua vida, apesar disso, grande mulher. Uma perda inestimável para a literatura.

Contrapondo-se a isso, do romance O Primo Basílio, de Eça de Queirós, que ocorre no subúrbio de Lisboa, aparece Luísa, o retrato perfeito da burguesinha sem cérebro do século XIX, pois o seu mundo se restringe apenas aos romances que lê. Acaba traindo seu marido Jorge com seu primo, que tivera um romance na adolescência, e acaba idealizando o adultério, pensando que estivesse dentro de um de seus romances. Basílio só a usa, só quer transar com ela– sim meninas, como a maioria dos homens. Acaba 'sofrendo' nas mãos de sua empregada que descobre o caso dos dois. Totalmente alienada, só vive das relações pessoais dela, das fofocas dos vizinhos, de seus livros bestas. Ao final, acaba morrendo também, pois seu marido descobre e ela fica doente com isso, mesmo ele a perdoando, mais uma prova de sua inutilidade. Infantil e besta, sua morte foi uma bênção, o mundo se torna-se melhor sem pessoas como ela.

Não fugindo muito dessa alienação, aparece Clara Vitória, do romance Concerto Campestre, de Assis Brasil, uma menina simples e normal de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. Sua vida é pacata, sem nenhuma emoção, até o momento que surge o Maestro, um homem mestiço, e por isso destaca-se e encanta Clara, e, obviamente, isso é recíproco. Clara não tem nenhuma personalidade, nenhuma emoção, nada que faça amá-la ou odiá-la. Os dois vivem uma história de amor simples, com direito a escapadas no meio da noite e a gravidez indesejada. Ela é expulsa de casa pelo pai ( ó, que inovador) e passa a viver n'uma casinha no meio do mato fechado, onde mostra a sua força como mulher, fazendo de tudo para sobreviver e garantir que seu filho também sobreviva. Diferente de Luísa, Clara se mostra uma mulher forte ao final do romance, não desistindo e lutando pela vida e, talvez por isso, a única que sobrevive das três. Clara Vitória renasce e prova que finais não precisam terminar sempre iguais.

Apesar de grandes diferenças, são mulheres que deixaram a sua marca na Literatura Brasileira, seja ela boa ou ruim. Recomendo os três livros, principalmente para as meninas que gostam de romances trágicos e românticos. Fica a dica!

Até a próxima, galera.

Da sua correspondente, Diny.

domingo, 2 de agosto de 2009

"Dar lugar p'r'os gringo entrar..."



"4 milhões de hectares de terras agrícolas brasileiras estão registrados como pertencentes a grupos internacionais, mas a área em poder dos estrangeiros pode ser bem maior . "

Como se já não bastasse vender nossas empresas para grupos internacionais, agora a moda é vender a Amazônia, e o pior: por sites na internet. Sendo que nestes sites ressalta-se a falta de regulamentação do Brasil nas terras vendidas, criando a imagem de uma 'terra sem lei'.

É tudo muito simples e fácil, escolha o seu lote da Amazônia e plante soja! Ou biocombustíveis! Não importa, a fiscalização não consegue - nem quer - controlar estas terras, e, estima-se, que os territórios sejam três vezes maiores que os comprados. Essas negociações são feitas por empresas e fundos de investimento ou diretamente entre os governos. O países que mais procuram são o que tem muito capital e pouca terra, ou uma grande população, a qual o país não consegue suprir as necessidades, como China, Índia e a Coreia do sul

"O investimento estrangeiro traz renda, gera empregos e desenvolvimento", defende Anaximandro Doudement Almeida, assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária, mas de que que adianta desenvolvimento a qualquer custo sem qualque cuidado ambiental? Todos conhecemos o aquecimento global e todos sabemos o que ele faz e está fazendo. Um dia não teremos mais como nos desenvolver, pois não teremos nem como respirar.

Mas estamos no Brasil, né? Ninguém vê nada, ninguém comenta; e os poucos informados sobre este absurdo estão se lixando pra ele - o maldito comodismo. Se ninguém se mexer, isso vai continuar acontecendo, até que a Amazônia fique que nem a Mata Atlântica, e, se duvidar, até que morrammilhares de pessoas de um desastre climático. Não fique calado, passe adiante, proteste.
Encerro com este trecho da música Aluga-se, dos Titãs:

"Os estrangeiros, eu sei que eles vão gostar. Tem o Atlântico, tem vista pro mar. A Amazônia é o jardim do quintal. E o dólar deles paga o nosso mingau..."

domingo, 10 de maio de 2009

3 mulheres da UFRGS

Lúcia- A Lúcia, do romance Lucíola, é única. Ela sente, sofre. O leitor sente e entende a personagem tão intensamente que não consegue para de ler. Ela é intensa e , apesar da profissão de cortesã, tem mais princípios que outras mocinhas puras. Uma grande perda. Linda. Magnífica.

Luísa- Abobada. Do romance O Primo Basílio, é a personagem mais insuportável da literatura brasileira. Burguesinha. Abobadinha. Não sabe quem é, nem o que pensa. Devia morrer mesmo, bem feito.

Clara Vitória - Ela é tão sem personalidade que não se tem o que falar. Do romance Concerto Campestre, Clara só obedece ordens, não tem iniciativa. Sem sentimentos, eu sei lá (!), e, talvez por isso, a única que não morre.

domingo, 8 de março de 2009

O ano da Índia


Ontem de noite tive a felicidade de assistir o filme ganhador de 8 oscar's, incluindo melhor filme: 'Slumdog Millionaire' - ou, no Brasil, 'Quem quer ser o milionário?'. O filme é realmente muito bom, pois ao mesmo tempo que mostra a dura realidade das favelas indianas - que, diga-se de passagem, a Rocinha É LUXO- conta uma história de amor de conto de fadas. Jamal, um favelado indiano, é convidado para participar de um programa de perguntas, "Quem quer ser um milionário?" - tipo um Show do Milhão brasileiro-, e acaba acertando todas as perguntas, fazendo com que seja preso e torturado a falar que estava trapaceando, porém Jamal começa a contar a história de cada pergunta, de como ele sabia, mostrando assim, sua infância e adolescência, acompanhado de seu irmão Salim e sua amada Latika. Filme emocionante, trágico e muito bem feito. A trilha sonora e de te fazer levantar e dançar, muito bem escolhida, tanto que ganhou oscar de 'melhor canção original', 'melhor mixagem de som' e 'melhor trilha sonora original'. Além desses prêmios ganhou de 'melhor diretor', 'melhor edição', 'melhor roteiro adaptado' e 'melhor fotografia', não entendo muito de direção e edição de filmes, mas melhor fotografia mereceu, ângulos muito bons e criativos, bela fotografia, mereceu. É, minha gente, esse ano de 2009 é da Índia (até na globo!) - e que o resto do BRIC [ países em maior desenvolvimento e que prometem, tanto emeconomia quanto na cultura: Brasil, Rússia, Índia e China]- acompanhe essa nova onda.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Jazz e Soul



Quer entrar em depressão? Ouça Lady in Satin de Billie Holiday! Vais beber todas e se lamentar a noite inteira! Uma das maiores cantoras de jazz dos anos 50 expõe a sua alma e a sua dor neste disco clássico do jazz. Durante as gravações a cantora lutava contra o vício em heroína, portanto sua voz está cheia de falhas, no entanto isto é que dá ao disco um toque especial deixando-o como uma despedida deste mito do jazz As letras são as características de fossas, amores platônicos e sofrimentos, mas para a época foi totalmente inovador, tanto que tornou-se um de seus maiores discos.
Já Aretha Franklin é totalmente o contrátrio de Billie, com suas músicas clássicas e animadoras ótimas pra faxinar a casa e cantar com a vassoura. A cantora esbanja talento com sua voz clássica do Soul, a 'Lady Soul'. Filha de cantor gospel, Aretha seguiu a carreira do pai e a música está no sangue da família. Este disco reúne os seus maiores clássicos como "You make me feel" e "I say a little prayer", fazes dançares até cansar.
Duas ótimas cantoras com muito talento, belíssimas vozes e ótimos hits; e como não poderia deixar de ser, duas representantes da cultura negra feminina na música, nascem com música, dança e arte no sangue.Vale a pena conferir!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

crepúsculo/lua nova








viciantes. bela escritora. belos devaaneios

domingo, 11 de janeiro de 2009

DragonBall Evolution







Louca para ver! Minha infância foi DragonBall! Amo! Série muito bem bolada, muito tri!

E agora o filme *-* Só não curti a Bulma. ;~






sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Os Cinco Melhores Filmes

AAAh, os que eu lembrei aqui primeiro. Estou sempre assistindo filmes novos e coisa e tal, então essa lista pode mudar de uma hora pra outra, mas por qenquanto é isso :D


Em busca da Terra do Nunca - Finding Neverland


A história de James M. Barrie, um autor que buscava inspiração para uma nova peça. Foi nesse período que conheceu a família Davies, cujas crianças lhe concederam tal inspiração. O resultado foi a criação da hoje clássica história de Peter Pan. Um filme emocionante e muito bem interpretado.









Grease - Nos tempos da Brilhantina

O filme pode ser encarado como uma homenagem à vida no Colegial nos anos 1950 na América, onde acompanhamos todos os estereótipos do gênero comédia romântica adolescente com músicas que fizeram história no cinema e promoveram seus dois coadjuvantes - John Travolta e Olivia Newton-John.










Moulin Rouge - Amor em Vermelho


Moulin Rouge trouxe nova vida aos musicais no início dos anos 2000, contando uma história antiga - o velho triângulo amoroso - de forma dinâmica, ágil, visualmente incrível e com ótima música. Christian (Ewan McGregor) é um jovem inglês sonhador que chega a Paris no ano de 1899 com o desejo de se tornar um escritor. É a virada do século e a cidade vive uma revolução artística riquíssima em qualidade. Logo ele vê-se escrevendo uma peça denominada de "Espetacular Espetacular". Acaba também conhecendo Satine, uma cortesã por quem acaba se apaixonando. Mas para financiar a peça surge um duque, que em troca de dinheiro acaba exigindo "exclusividade" sobre Satine.








Olga


Adaptado de um romance, que é a novelização de um caso real, conta a história da alemã Olga Benário, comunista que acabou se envolvendo com o grande líder também comunista Luís Carlos Prestes. Durante o governo de Getúlio Vargas, Olga foi presa e deportada para sua terra natal, indo parar na mão dos nazistas.











Zuzu Angel


Cinebiografia de Zuzu Angel, estilista de sucesso que travou uma luta contra tudo e todos na busca do filho Stuart, ativista estudantil morto pela ditadura militar brasileira.

sábado, 1 de setembro de 2007

Grupo Cemiterium !


Passei o site do grupo de Teatro e Pesquisa Cemiterium para o blogspot, falta ajeitar algumas coisas, mas o básico está ali: http://www.grupocemiterium.blogspot.com/


O Grupo Cemiterium surgiu no ano de 2006 nas instalações do Colégio Kennedy como uma atividade extra classe sob a coordenação da Prof. Ms. Kate Rigo, professora de história, e o Prof. Juarez Brum, professor de arte. O objetivo inicial do grupo era conscientizar os alunos sobre a importância do cemitério como patrimônio histórico, artístico e cultural. Em julho do mesmo ano o grupo apresentou seu primeiro trabalho no II Encontro sobre Cemitérios Brasileiros. Encerrando suas atividades em 2006 o grupo montou a exposição interativa “Conflitos Torturantes, Cemitérios Fascinantes”.No ano de 2007, o grupo incorporou a prática de técnicas cênicas ao estudo e a pesquisa cemiterial e aumentou significativamente seu número de integrantes. Em menos de seis meses, criou e produziu duas peças infantis e uma intervenção cênica com a temática cemiterial, além de prosseguir com as saídas de campo aos cemitérios da grande Porto Alegre.


Visitem! Tem até vídeo de eu explicando o túmulo do Pinheiro Machado : http://www.grupocemiterium.blogspot.com/

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Renato Russo de A a Z


" Eu não sou mais tão agressivo quanto antigamente. Eu descobri que não adianta ficar batendo com a cabeça na parede, porque não vou mudar o mundo. Antigamente, eu sinceramente acreditava que eu ia poder mudar o mundo. Eu me formei em jornalismo, eu realmente queria fazer alguma coisa por um determinado caminho." Renato Russo - 1994 (Renato Russo de A a Z)




Estou lendo esse livro maravilhoso, sabe aqueles livros que tu pensa assim: "tá vou ler só mais esse parágrafo e deu, tenho que fazer as coisas.", mas tu não para? Exatamente isso, eu fico cada vez mais curiosa pra ver o que passa na cabeça desse músico/poeta/pensador. Acho ele um dos grandes ícones brasileiros, um exemplo a ser seguido. O livro é com um dicionário, na borda das páginas tem as letras, e no decorrer são citadas palavras e ele comenta sobre elas, tipo não foi uma entrevista, foram tiradas opiniões e citações dele de todos os lugares, até do acústico mtv. Ele é como um guia, sabe? Tipo, eu leio e penso: " pô, não sou só eu que penso assim". Um livro gostoso de ler, não é texto texto texto, são tópicos e tem uns tão engraçadoos, cara. Ele é um guia pra mim porque ele passou por diversas situações que eu já passei ou que eu pensei em passar e não sabia como ia acabar, sabe? É como um mentor, um professor. Como euq ueria sentar em conversar com ele, como eu queria! Ele passa uma confiança, uma serenidade, mas ao mesmo tempo passa revolta e críticas. Onde está a juventude atual? Onde estão os jovens pensadores? Simplesmente não existem mais, raça extinta, sabe? Existem coisas mais importantes que se preocupar com o país e com o mundo envolta, como, por exemplo, a bota que eu vou ir na festa e a saia que eu vou colocar para mostrar meu corpo, porque meu cérebro não funciona. Enfim, livro ótimo, para organizar idéias e pensamentos, não digo que seja o dono da verdade, mas é que se tu parar para pensar, sabe, faz sentido. Além de tu te identificar, ficar aliviado, sabe? Tirou um peso das minhas costas pensei que estava ficando louca, mas não isso realmente existe e está acontecendo e as outras pessoas vêem isso. Renato já está morto, mas devem existir muitas pessoas como eu e como ele nesse mundo, eu só tenho que encontrá-las.