sexta-feira, 9 de abril de 2010

Roedores

Hoje choro como se tivesse motivo para tal.
Nem grandes problemas tenho.
Tenho pequenos,
que corroem,
veia por veia,
cortam as ligações e o sangue para de circular.
Me sinto morta, por isso choro, pelos malditos roedores.

Um comentário:

Junie Nunes de Souza disse...

Identifiquei-me com o seu poema... É tanta coisa acontecendo!

Saudades, Yádini!