quinta-feira, 28 de maio de 2009

Implosão da Alma


Implosão.
Voltas no parque, entre árvores, desapareceram.
Velocidade.
Destruiu cinco quarteirões.
Brilho.
Sentiu o quente do plasma.
Força.
Mais viva que o universo,
que se desintegra a cada instante de pensamento,
reflexão, neurônio, axônio, dendrito.
Multiplicação.
Sentimentos mitocondriais, corações implodindo.
Pouco a pouco. Desgaste

Um comentário:

Vinne Caetano disse...

São tão legais teus poemas subjetivos-objetivos. Ao mesmo tempo que alguém pode ler algo sem sentido nenhum, outras pessoas podem ter visões diferentes das mesmas palavras.

Já disse adoro isso!

(dos mais puxa-saco!)