sábado, 16 de fevereiro de 2008

Juno


Filme que conta a história de uma adolescente de 16 anos que engravida do seu melhor amigo. Ela foi abandonada pela mãe e vive com o pai, madrasta e uma irmãzinha.


Filme tosco. Pode ser resumido assim. Ela simplesmente decide ter o filho e dar para um casal de pais adotivos. Simples! Depois disso ela continua a vida dela, com as coisas dela. Os pais encaram na boa e ajudam ela até a procurar os pais e coisa e tal. A guria faz o que quer a hora que quer e é tudo perfeito! O filme é bonitinho e meiguinho. Uma coisa fora da realidade, sabe? Pelo menos a do Brasil. Lá nos EuA, eles são mais frios. Os adolescentes não tem tanto esse apego com criança. Pra ti ter a noção ela nem quis ver o filho, e o pai da criança nem se preocupou com ela grávida, só apareceu no final do fiilme, onde eles formavam um casal feliz que continua uma vida feliz. Eles vão levando, sabe? Um dia após o outro sem se precupar com as conseqüências das coisas. "Aconteceu? Ah que pena, né. Agora vou ali comer meu Mc'donalds." Vão empurrando com a barriga (literalmente, em Juno). Coisa da americano. Tá lá: Comédia. Sabe, não vejo nada de engraçado. Insensível. Pensa bem, cara! Tu ter um filho com 16 anos e mostrar com é fácil tirar ele ou dar pra alguém cuidar. Belo exemplo. Principalmente pros americanos. Vai ter várias gurizinhas fazendo o mesmo. Enfim, é outra cultura, né. Outra gente, sei lá. É uma das coisas que justifica eu não querer viver nos Eua. A falta de preocupação, com tudo! A frieza. É tudo muito cru. Pá-pum! E deu, foi, acabou. Vamos continuar a comer nossos Mc'donalds e beber litros de Coca-Cola! Porém, apesar de tudo, gostei da trilha sonora.

5 comentários:

Voyers disse...

Bom, um texto explicativo, bem interessante.
Também acho que a despreocupação juvenil é algo sério, tanto acho que hoje pela manhã escrevi um post sobre esse assunto.
Sobre os estado-unidences,também não os suporto, só o Blues do Delta e a Coca-cola^^, o resto, é lixo mesmo.
Bom, isso né!
Bjuss
;**

July disse...

Tá meu, também não é ASSIIM. É tosquinho sim, mas foi o que a guria achou que fosse melhor, e se ela ACHOU pais adotivos eu acho que também foi a melhor opção. Não sei se nos EUA tem mesmo isso de pais no jornal procurando filhos e tal, mas foi realmente muito fácil pra ela. Quem dera ter pais assim se a gente engravidasse, sei lá é difícil analisar sob a perspectiva americana ;P Eles querem que a vida seja o mais fácil possível.
Mesmo assim, eu também achei o filme meio mau exemplo.

Jade Lopes disse...

eu achei o contrário, achei bem realista.

*complicado a gente classificar em realista ou fora da realidade, por que - como tá acontecendo agora - o que eu acho realista tu pode achar totalmente tosco... depende da realidade de quem vê o filme*

tem adolescente que engravida e é amparada pela família, como foi o caso da Juno, e tem aquelas que são postas pra fora de casa. agora, o que é mais razoázel?
Botar pra fora de casa uma adolescente grávida, xingar ela como se fosse a única culpada ou tentar achar uma solução?

no caso da Juno, essa solução era a adoção.
quanta gente não faz isso? adolescentes, mulheres que não têm condição de criar a criança ou, em alguns casos, nem querem mesmo?


enfim. Não to dizendo que a minha opinião é a certa (lógico, cada um tem a sua), só expondo meu ponto de vista.

Beiijos diny

Boninha disse...

Ow, esse filme não me atraiu nada, sabia?

Pareceu tão boboca ¬¬ Anyway, é triste né... minha prima tá grávida, quero nem ver o que vai ser...

Beijo tchau!

Fanny Webber disse...

Eu ainda não vi esse filme, me pareceu uma idéia meio boba. Coisinha de novela das 20h para os outros programas de fofocas falarem sobre ética. (como se os próprios soubessem o que é a tal ética.

Quando eu olhar, comento direitinho!