sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Flores de Plástico




"As flores de plástico não morrem", é o que os Titãs dizem e repetem. Bom então todas as coisas falsas não morrem? O falso amor, o falso perdão, a falsa amizade... Acho que sim, pois o que nunca existiu, nunca nasceu, não pode morrer, não é mesmo? Essa frase é realmente muito sábia, e cada um pode interpretá-la do jeito que quiser e achar certo. Mas então o que é verdadeiro morre? O amor morre? É tão estranho pensar assim, como que numa hora nós amamos perdidamente alguém e outra hora nem lembramos que essa pessoas existe? Acho que ele não morre não, o que é verdadeiro não morre, assim como oque é falso. Então nada morre. Tudo é eterno. Os momentos são eternos, assim como os sentimentos, que pdoem diminuir de intensidade, mas morrer? Morrer não. Se morrer, foi falso. Ou não. Ou sim. É meio complicado de tentar entender os sentimentos, principalmente o amor. Tentar definir o amor é quase tão absurdo quanto eu criar asas e sair voando. Eu gostaria de voar. E de saber o que é o amor. Acho que basta acreditar. Se jogar, se aventurar. Viver. É isso! Basta Viver.



Certas coisas eu nunca vou enteder, até porque não foram feitas pra isso.

Um comentário:

Free thinkers are dangerous! disse...

Seu texto me lembrou de um poema do Leminski:

Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.

Eu acho que isso que acontece com todas as coisas, elas apenas mudam. Ou você que muda, e passa a vê-las de forma diferente.